Eu não amo todos os meus parentes da mesma forma. Se eu disser isso não será verdade. Pra ser sincero, não amo ninguém da mesma forma, pois ninguém é igual ao outro. Para cada um há um motivo diferente para amar.
Comecei falando de parentes, mas meu amor se estende a outras pessoas fora da família. Apesar de haver motivos diferentes para eu amar alguém, meu amor não é condicional. Muitas das pessoas a quem amo não se sentem privilegiadas por isso, nem entendem direito o conceito amoroso sem ser romântico ou parental, ou de respeito sem precisar bater ou falar mais grosso.
Amar pode ser considerado como um dever que separa @s homens/mulheres d@s babacas. Você confia num babaca? Eu não confio em quem não ama. Daí eu digo isso e aparece alguém retrucando: "As pessoas são complexas. E se eu odeio uma pessoa, mas eu te amo? Como você vai confiar em mim?". Então eu respondo: O meu amor me motiva a prestar atenção nas pessoas, e eu me esforço em conseguir perceber até que ponto eu posso confiar em você. Se eu tenho tiver facilidade em me ofender, passo a desconfiar até de quem merece a minha confiança. O ódio costuma emburrecer o aborrecido.
Para resumir tudo isso, o meu amor tem diferentes motivações, mas nenhuma condição. Afinal, se eu não amar, quem vai amar por mim?
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sábado, 5 de abril de 2014
sábado, 18 de agosto de 2012
Pra quê acreditar nas pessoas?
Tem muita gente se dizendo mensageiro da paz, mas é o primeiro a arrumar briga! Mas, alguém se denominar mensageiro da paz não significa que ele esteja mentindo. O problema é quando ele faz muita propaganda disso... Veja só: não é porque acontece enchentes que a água terá poder apenas para a destruição. Quem conhece o Tietê sabe que água não é tudo igual, assim como as pessoas não são iguais! Existe água capaz de derrubar, e existe água capaz de curar.
Meu trabalho atual me expõe com muitas faixas etárias. Como eu já escrevi num post anterior, eu sou inspetor de alunos, e a idade dos alunos vai dos 11 anos até os 20 e poucos. A de quem trabalha na escola vai dos vinte e poucos até os 60 e poucos! Diante de tantas pessoas com tantas formações e opiniões e visões diferentes, a minha reação foi querer ver o que cada pessoa tinha de bom, não desacreditar na capacidade de cada um em produzir algo de significativo. Não gosto quando condenam alguém ao fracasso, ou já acham que pau que nasce torto nunca se endireita, ou que "ninguém é bonzinho". A expressão correta seria que "ninguém é igual". Fico pensando aonde eu estaria num momento desses se a minha mãe desse ouvidos aos que disseram que eu era um bobão, que futuro pra mim não tinha, que eu era desligado demais, pouco esperto, que só sabia se dar bem na escola, mas não tinha a malícia necessária pro mundão. Mas, muitos dos que tinham essa tal "malícia" (que dão como sinônimo de sagacidade) estão drogados ou se entupindo de comida por não ter nada mais pra fazer.
Concluo as minhas observações de hoje com uma observação feita pela minha mãe uma vez alguns anos atrás, e que talvez eu esteja mencionando de novo por aqui: "Não desacredito na humanidade. No dia em que eu desacreditar dela, desacreditarei de mim mesma, pois eu faço parte dela".
Meu trabalho atual me expõe com muitas faixas etárias. Como eu já escrevi num post anterior, eu sou inspetor de alunos, e a idade dos alunos vai dos 11 anos até os 20 e poucos. A de quem trabalha na escola vai dos vinte e poucos até os 60 e poucos! Diante de tantas pessoas com tantas formações e opiniões e visões diferentes, a minha reação foi querer ver o que cada pessoa tinha de bom, não desacreditar na capacidade de cada um em produzir algo de significativo. Não gosto quando condenam alguém ao fracasso, ou já acham que pau que nasce torto nunca se endireita, ou que "ninguém é bonzinho". A expressão correta seria que "ninguém é igual". Fico pensando aonde eu estaria num momento desses se a minha mãe desse ouvidos aos que disseram que eu era um bobão, que futuro pra mim não tinha, que eu era desligado demais, pouco esperto, que só sabia se dar bem na escola, mas não tinha a malícia necessária pro mundão. Mas, muitos dos que tinham essa tal "malícia" (que dão como sinônimo de sagacidade) estão drogados ou se entupindo de comida por não ter nada mais pra fazer.
Concluo as minhas observações de hoje com uma observação feita pela minha mãe uma vez alguns anos atrás, e que talvez eu esteja mencionando de novo por aqui: "Não desacredito na humanidade. No dia em que eu desacreditar dela, desacreditarei de mim mesma, pois eu faço parte dela".
sábado, 26 de março de 2011
Com quem falo na Internet
Faz um tempo que ando tendo contato com pessoas na Internet. Desde que eu comecei a escrever num blog, conheci gente de tudo que é canto do país. Pessoas mais novas e mais velhas, com profissões diferentes, pontos de vista diferentes, formações diferentes. Até me envaidece tê-los em meu MSN.
Mas é uma pena não saber como muitos deles são pessoalmente. Tem momentos que me imagino falando com eles ao vivo, vendo os seus trejeitos e a reação deles ao que falo e ao modo como falo. A Internet encurta as distâncias no que diz respeito à troca de informações, mas não é capaz - ainda! - de teletransportar pessoas.
Essa vontade de ver essa turma ao vivo se deve muito ao fato de que eles me inspiram. Não, não os idolatro. Não é esse o ponto. É que é interessante ver que um jovem de Curitiba pode ter pontos em comum com um publicitário em São Paulo. Ou que um rapaz de 17 anos em Mossoró seja tão nerd quanto um pai de família de Ribeirão Preto. Eu observo o que eles dizem, comparo com o que ouço no meu dia-a-dia, e acabo muitas vezes até criando posts por causa de apenas uma fagulha lançada despretensiosamente por eles.
Mas, também sei da possibilidade de eu nunca os ver pessoalmente na vida. Mas até aí, o que se pode fazer, né? O que eu sei é que, pelo menos, bons contatos possuo nessa blogosfera desvairada! :P
P.S.: Obrigado a todos os que dão ou deram atenção a esse humilde blogueiro. E, como prometido, esse post é dedicado à @rafa_ventura, que hoje me inspirou a postar este texto. Espero que ao menos eu tenha sido claro, mas se gostar também, fico agradecido também. :)
P.S. II, 30 de setembro de 2013: Engraçado eu ver este texto de novo e ainda ter o mesmo desejo! O tal de @rafa_ventura eu seguia no twitter, e uma frase que ele disse realmente me inspirou, mas nem chegamos a nos interagir via net de fato. Dei um reply, mas ele não retornou nada. Foi uma inspiração apenas...
O tempo passou e mais pessoas eu conheci via internet. Dois vi pessoalmente, mas não pude conversar porque o momento não permitia, mas pelo menos uns 10 ou mais cheguei a conversar um pouco. Isso seria interessante continuar num outro post... (Caso isso ocorra, um P.S. III aparecerá por aqui.)
Mas é uma pena não saber como muitos deles são pessoalmente. Tem momentos que me imagino falando com eles ao vivo, vendo os seus trejeitos e a reação deles ao que falo e ao modo como falo. A Internet encurta as distâncias no que diz respeito à troca de informações, mas não é capaz - ainda! - de teletransportar pessoas.
Essa vontade de ver essa turma ao vivo se deve muito ao fato de que eles me inspiram. Não, não os idolatro. Não é esse o ponto. É que é interessante ver que um jovem de Curitiba pode ter pontos em comum com um publicitário em São Paulo. Ou que um rapaz de 17 anos em Mossoró seja tão nerd quanto um pai de família de Ribeirão Preto. Eu observo o que eles dizem, comparo com o que ouço no meu dia-a-dia, e acabo muitas vezes até criando posts por causa de apenas uma fagulha lançada despretensiosamente por eles.
Mas, também sei da possibilidade de eu nunca os ver pessoalmente na vida. Mas até aí, o que se pode fazer, né? O que eu sei é que, pelo menos, bons contatos possuo nessa blogosfera desvairada! :P
P.S.: Obrigado a todos os que dão ou deram atenção a esse humilde blogueiro. E, como prometido, esse post é dedicado à @rafa_ventura, que hoje me inspirou a postar este texto. Espero que ao menos eu tenha sido claro, mas se gostar também, fico agradecido também. :)
P.S. II, 30 de setembro de 2013: Engraçado eu ver este texto de novo e ainda ter o mesmo desejo! O tal de @rafa_ventura eu seguia no twitter, e uma frase que ele disse realmente me inspirou, mas nem chegamos a nos interagir via net de fato. Dei um reply, mas ele não retornou nada. Foi uma inspiração apenas...
O tempo passou e mais pessoas eu conheci via internet. Dois vi pessoalmente, mas não pude conversar porque o momento não permitia, mas pelo menos uns 10 ou mais cheguei a conversar um pouco. Isso seria interessante continuar num outro post... (Caso isso ocorra, um P.S. III aparecerá por aqui.)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Acredito no amor
Eu acredito no amor. Acho que ele resume tudo o que o homem pode fazer de bom. O amor é capaz de construir grandes felicidades, e destruir grandes desgraças.
Mas, num mundo cruel e hostil, ser amoroso requer coragem. Irão te machucar para provar que o amor machuca. Mas o amor nunca fere. O que fere é a não correspondência a ele. O que fere também é o incômodo de quem não consegue ser feliz.
O que também fere muito é o desapontamento causado por quem disse te amar, mas não te amava. Mas as decepções servem pra mostrar que não podemos confiar em todos, mas NÃO prova que o amor inexiste.
Eu amo você, e por isso te falo isso. Conte comigo, pois em mim reside a prova de que o amor existe. :)
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