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domingo, 31 de maio de 2015

Não gosto de palavrão

Não gosto de palavrão. Isso mesmo: não gosto. Tem quem a defenda como uma forma de expressar sentimentos como outro qualquer, mas acho nojento e desnecessário.

Já ouvi que todo mundo, se não fala, pensa. Mas eu nem cogito em dizer. Quando eu me estresso, o que costumo dizer é "maldito", " idiota", "tonto", " bobão", "miserável", "desgraçado", "carniça em decomposição"... Mesmo algumas dessas expressões chegam a ser fortes e até agressivas, e mesmo não estando na lista de palavras-que-mamãe-não-quer-e-papai-não-deixa eu evito usar com algumas pessoas.

Mas o leitor pode dizer: "Mas eu gosto de [dizer] palavrão. Gosto da liberdade que ela me proporciona, de não sentir nada engasgado na garganta, de deixar claro que não gostei. E vamo combinar: piadas com palavrões são as mais engraçadas!" É mesmo?! Se as pessoas possuem a liberdade de dizer o que bem entendem, então eu tenho a liberdade de não dizer o que não quero dizer; e não sinto nada engasgado não. Se preciso expôr o que penso, eu exponho. A diferença é que usarei muitas outras palavras e excetuarei os palavrões. (Não sabe o que é "excetuar"? Procure um dicionário. O palavrão é novo? Vá no Dicionário Informal que lá deve ensinar, mas acho difícil haver palavrões novos e com mais de três sílabas.)

Ao ler isso tudo deu vontade de xingar muito no Twitter? Concorda com o que eu penso, apesar de achar divertido ofender a mãe do seu amigo quando o encontra na rua? Não deixe seus pensamentos engasgados em sua garganta/mente. Comente, compartilhe. Sinta a liberdade de dizer o que pensa, mas... sem palavrões, por favor! #prontofalei :P

sábado, 2 de maio de 2015

Os mais velhos e as redes sociais.

Muita gente evita, mas gosto de ouvir os mais velhos. Eles viveram numa outra época, e podem, mais do que eu e outros de 20 e tantos anos, comparar o que acontecia antes com agora. Os anos que eles viveram e vivem fizeram eles verem muitas coisas...

Esses dias eu observei que muitos que conheço com mais de 50 anos não criam contas em redes sociais para não serem vítimas de fofoca e evitar outros tipos de problemas de relacionamentos. Uma colega minha de trabalho resiste em usar o WhatsApp, por exemplo. (Só de tempo trabalhado por ela são uns 40 anos.) Eu tenho algumas redes sociais, mas mesmo assim vejo vantagem nesse jeito de encará-las. Por quê?

Redes sociais são sites que usamos para nos socializarmos, certo? Eu uso o Twitter, o Facebook, o Messenger do Facebook, o Blogger e mais alguns outros para me comunicar. Porém, se eu tivesse um estilo de vida - e de socialização e comunicação - em que só o e-mail bastasse, para quê eu me inscreveria no snapchat, por exemplo? Sabendo dos mal-entendidos que andam surgindo pelas redes sociais, pra quê arranjar sarna para se coçar?

Poderia até entrar em alguma rede social nova, mas a cautela comum aos mais maduros vale em qualquer época. A tecnologia muda, mas a natureza humana não. Acredito que temos que ter a mente aberta para o novo, mas também lembrar que o novo não existiria se um velho de hoje não começasse lá no passado. Olhar para frente, mas sem desprezar o caminho percorrido pelos mais velhos.

PS: Quero agradecer às pessoas que recentemente curtiram a minha página no Facebook. Desde abril do ano passado que não posto por aqui, e ainda assim há pessoas que curtem o que eu escrevo. Obrigado, e voltem sempre.


sábado, 5 de abril de 2014

Eu não amo da mesma forma

Eu não amo todos os meus parentes da mesma forma. Se eu disser isso não será verdade. Pra ser sincero, não amo ninguém da mesma forma, pois ninguém é igual ao outro. Para cada um há um motivo diferente para amar.

Comecei falando de parentes, mas meu amor se estende a outras pessoas fora da família. Apesar de haver motivos diferentes para eu amar alguém, meu amor não é condicional. Muitas das pessoas a quem amo não se sentem privilegiadas por isso, nem entendem direito o conceito amoroso sem ser romântico ou parental, ou de respeito sem precisar bater ou falar mais grosso.

Amar pode ser considerado como um dever que separa @s homens/mulheres d@s babacas. Você confia num babaca? Eu não confio em quem não ama. Daí eu digo isso e aparece alguém retrucando: "As pessoas são complexas. E se eu odeio uma pessoa, mas eu te amo? Como você vai confiar em mim?". Então eu respondo: O meu amor me motiva a prestar atenção nas pessoas, e eu me esforço em conseguir perceber até que ponto eu posso confiar em você. Se eu tenho tiver facilidade em me ofender, passo a desconfiar até de quem merece a minha confiança. O ódio costuma emburrecer o aborrecido.

Para resumir tudo isso, o meu amor tem diferentes motivações, mas nenhuma condição. Afinal, se eu não amar, quem vai amar por mim?

segunda-feira, 31 de março de 2014

Estupro e outros assuntos.

O blog possui algumas teias de aranha, mas eu continuo observando. Observei que, para algumas pessoas, a culpa é da mulher que foi estuprada, a culpa é do "bullynado" por ser ridicularizado e não saber se defender (afinal, dor emocional é coisa de "gente fraca"), quem mora no Brasil chama o país de lixo, e quem mora fora (Ex: Inglaterra) reclama que de seu país é um lugar da qual se deve, entre outras coisas, fugir...

Sinceramente, não acho que os problemas estejam concentrados em um único lugar. Muito do que chamam de lixo aqui no Brasil veio de fora. Será que esse pessoal acha que o desrespeito pelo sexo é algo que os brasileiros aprenderam dos índios, e que os "programas de barraco" são produtos 100% brasileiros?

Muitas pessoas possuem conceitos distorcidos, maldosos, que causam transtorno em quem está em volta. Mas, sinceramente, não dá pra chamar de lixo um conjunto que possui peças valiosas no meio. O Brasil (leia-se "brasileiros") que não aceita que se culpe a vítima por ter sido atacada não merece ser levada em conta?

O que posso dizer de tudo isso? Que estamos presenciando no momento um debate sobre como tratar uma mulher e uma disputa para ver qual país é o pior para se viver...

domingo, 9 de fevereiro de 2014

A piada mais engraçada do mundo

Há muito tempo atrás um cara escreveu a piada mais engraçada do mundo. Mas era uma piada tão engraçada, mas TÃO engraçada, que todos que a ouviam morriam de rir. Literalmente! O que fizeram para combater essa piada letal? Dê uma olhada nesse vídeo que eu achei dum grupo televisivo de comédia britânico chamado Monty Python. Vale a pena prestar atenção nos seus cerca de 10 minutos, mesmo achando graça nenhuma.

Legendado em português.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Fique de pé

Fazer alguma coisa somente quando a situação estiver totalmente favorável parece não ser uma boa ideia. Pobre se lasca até quando tudo está bem! O jeito é seguir andando, mesmo mancando. O ar ainda existe, o sangue circula, a mente funciona. Não dá pra ficar parado.

A vida é feita de batalhas, sendo que todas elas formam uma guerra. Diante dessa guerra, o fracassado de verdade é o sempre-triste. Problemas nos chateiam, nos entristecem, mas NUNCA deve nos causar desistência. Quem desiste de continuar com essa guerra não percebe que o vitorioso nem sempre é o que recebe todas as glórias, (Eu mesmo conheço muitos perdedores que são louvados como deuses.) mas é o que sempre está de pé, firme, mesmo que extremamente cansado.

Estou me cansando, mas preciso me arrastar. Posso estar machucado, mas ser derrubado é opcional.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Mini desabafo na madrugada...

Li em algum lugar que as pessoas editam o que elas são nas redes sociais, mostrando só a parte boa. Isso explica o porquê de eu não postar tanto...

É complicado. Eu sempre vejo problemas sérios em mim. Não consigo ver eu como alguém que terá sucesso em alguma coisa por muito tempo. Vou aproveitando meus sucessos momentâneos para ajudar quem precisa de mim. Eu lamento muito por isso, mas é triste ver alguém precisando de mim, ainda mais pessoas que fazem tanto pelos outros, mas só levam pedradas.

Uma vez me perguntaram numa dinâmica que animal eu achava que eu tinha a ver. Eu respondi que eu me via como um cachorro vira-lata de rua, sarnento, em que mesmo que as pessoas chutassem, eu não guardaria rancor. Fico espantado com minha capacidade de me expor, facilitando ainda mais que idiotas me ataquem. Sei que mereço ser tratado com dignidade, mas há momentos que a cabeça fica matutando demais contra eu mesmo.

O problema de tudo isso é depois se convencerem da minha insignificância. Ao mesmo tempo em que me acho uma coisa pequena, nada de especial, eu não posso motivar os outros a não me quererem para o trabalho. Posso não ser grande coisa, mas preciso trabalhar, até pra amortecer o meu ponto de vista a meu próprio respeito. Engraçado: eu tenho que segurar a língua pra não perder a linha comigo mesmo! Vai entender!

Uma das coisas que eu faço pra suportar os meus pensamentos negativos é dormir o quanto posso. E é o que farei. Boa noite. Amanhã estarei melhor