Páginas

domingo, 31 de maio de 2015

Não gosto de palavrão

Não gosto de palavrão. Isso mesmo: não gosto. Tem quem a defenda como uma forma de expressar sentimentos como outro qualquer, mas acho nojento e desnecessário.

Já ouvi que todo mundo, se não fala, pensa. Mas eu nem cogito em dizer. Quando eu me estresso, o que costumo dizer é "maldito", " idiota", "tonto", " bobão", "miserável", "desgraçado", "carniça em decomposição"... Mesmo algumas dessas expressões chegam a ser fortes e até agressivas, e mesmo não estando na lista de palavras-que-mamãe-não-quer-e-papai-não-deixa eu evito usar com algumas pessoas.

Mas o leitor pode dizer: "Mas eu gosto de [dizer] palavrão. Gosto da liberdade que ela me proporciona, de não sentir nada engasgado na garganta, de deixar claro que não gostei. E vamo combinar: piadas com palavrões são as mais engraçadas!" É mesmo?! Se as pessoas possuem a liberdade de dizer o que bem entendem, então eu tenho a liberdade de não dizer o que não quero dizer; e não sinto nada engasgado não. Se preciso expôr o que penso, eu exponho. A diferença é que usarei muitas outras palavras e excetuarei os palavrões. (Não sabe o que é "excetuar"? Procure um dicionário. O palavrão é novo? Vá no Dicionário Informal que lá deve ensinar, mas acho difícil haver palavrões novos e com mais de três sílabas.)

Ao ler isso tudo deu vontade de xingar muito no Twitter? Concorda com o que eu penso, apesar de achar divertido ofender a mãe do seu amigo quando o encontra na rua? Não deixe seus pensamentos engasgados em sua garganta/mente. Comente, compartilhe. Sinta a liberdade de dizer o que pensa, mas... sem palavrões, por favor! #prontofalei :P

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gostou? Comente e indique o blog a um amigo. Não gostou? Comente e me diga por que não gostou, pois você pode me ajudar a melhorar.