quinta-feira, 6 de maio de 2010
Observo e escrevo no Prêmio Top Blog.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Aos meus queridos - e pacientes! - pais
Eu posso agradecer a Deus pelos pais que possuo. Eles são pessoas que me ajudaram e me ajudam até hoje. Mas, eu acho que estou deixando eles cada vez mais tristes com as minhas neuroses.Eu tenho um defeito: me pilho fácil quando acho que não sou capaz. (Quem já leu meus outros posts já deve ter percebido isso.) Começo a me contorcer de raiva, começo a me avacalhar demais, quase que me humilhando na frente dos outros. E meus pais, que pela tradição deveriam ser as pessoas que me cobrariam resultados, são as que mais se empenham em me fazer relaxar.
Mas fica difícil relaxar quando eu sei do investimento que eles estão fazendo em mim. Por mais que eu entristeça a minha mãe com os comentários pessimistas a meu respeito, ela não desiste de mim. Acredito que muita gente já deve ter dito: "Ela já devia ter desistido desse moleque era a muito tempo, isso sim! Quem sabe assim ele acorda! A vida não está fácil pra ninguém, e a vida é dura pra quem é mole!" Verdade. E é isso que me incomoda ainda mais. Tanta gente com bem menos recursos do que eu se mostram bem mais empreendedoras, se mostram tão mais energéticas, focadas, e muito mais competentes do que eu. Eu mal estou dando conta do meu serviço na escola, que dura só 4 horas! Tudo bem, gasto 2 ou 3 horas pra ir a escola, depois gasto 3 horas estudando, mais 4 horas no serviço e mais 2 ou 3 horas pra voltar pra casa, mas ajo como se eu não fosse duma família pobre, que pudesse se dar ao luxo de estudar sem precisar trabalhar. (Sonha, mané!) E o que mais me chateia é eu ver que já tenho 23 anos, e me sinto um guri de 16. Enfim, estou verde e ferrado!
Somo tudo o que foi escrito no parágrafo anterior com a raiva que sinto em não ter começado o projeto de TCC como deveria. Logo, dum começo ruim é difícil um decorrer suave. E o pior: NÃO SEI COMO DECORRER! Estou me mostrando um gerente incapaz, que não sabe liderar a si mesmo, que dirá os outros membros do grupo. Eu insisto em tentar fazer do jeito certo, mas a minha cabeça só pensa: "Fez tudo errado!", "Está tudo errado!", "Não dá tempo de consertar!", "Você vai afundar o grupo!", "Você vai fracassar!" Meus Deus do céu! É duro ter que conviver comigo 24 horas por dia. (E mais duro ainda é saber que tenho um emo desmotivado dentro de mim! AAAAAAAAAAH!)
Se eu me incomodo com as minhas neuroses, que dirá quem não é eu. E as pessoas que mais sofrem por minha causa são as que mais me amam. E me dói saber disso. :\ Não me agrada nem um pouco isso. Não fico dizendo por aí: "Eu sou assim, ninguém vai mudar o que sou". Quando se trata das minhas neuroses, eu digo: "Eu estou assim, e estou LUTANDO pra mudar!" Sou neurótico, mas tenho coração. :\
Então, eu peço a vocês, pai e mãe - minha noite e meu dia - que escutem esta canção, e que se lembrem sempre do amor que eu sinto por vocês, mesmo quando estou em crise.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Quem tem medo do TCC
Pra tantos é tão fácil.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Reflexo
terça-feira, 2 de março de 2010
Quem reclamou?
Reclamar - algo que muita gente faz. Afinal, existem muitos direitos para serem adquiridos e muitas injustiças ocorrendo. Motivos é que não faltam para se reclamar.quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Enchentes
Mesmo sendo minha terceira postagem aqui, suponho que a maioria dos leitores não me conhece, e como realmente nunca fiz nenhuma apresentação, convém fazê-la agora mesmo. Meu nome é Charles (nome verdadeiro), tenho 16 anos, sou estudante e moro na cidade de Curitiba. O Charlie, autor deste blog, gostou dos meus textos no meu blog e me convidou para escrever esporádicamente aqui, no Observo e Escrevo. Depois de um bom tempo, cá estou de novo.
Tenho acompanhado no noticiário os problemas de São Paulo e várias partes do país com enchentes. Percebi que o problema se repete a todos os verões, penso que podiam aprender alguma coisa com a Holanda, mas enfim, este ano parece mais preocupante que todos - pensando melhor, o janeiro em que deu seca na Amazônia foi mais preocupante -. Ouvi muita gente reclamar do poder público, da natureza, e mesmo não sendo defensor do governo nem deste ou daquele partido, convém colocar uma questão muito importante. Não é nem a ocupação inadequada em certas áreas, pois se as pessoas pudessem morar em lugar melhor suponho que o fariam.
Não, falo aqui de uma atitude muito simples que todo mundo pode mudar, todo mundo está careca de saber e por negligência, pra não dizer puro relaxo, alguns muitos insistem no erro. As pessoas jogam lixo nas ruas! E não importa quantas vezes desentupam os boeiros, limpem os rios, interditem áreas de risco, nada vai mudar se as pessoas não corrigirem este mau hábito. Reclamo sim quando vejo jogarem lixo na rua, porque é como se estivesse jogando na minha casa, sem clichê nenhum, já andei em rua inundada e é bem frustrante pensar que aquela situação foi causada por relaxo de alguns. É o mínimo não jogar lixo na rua, ou pior ainda, no próprio rio! Mas por favor, não se omitam. Você ficaria quieto vendo alguém jogar sujeira na sua casa? Não há necessidade de ser grosseiro ou mal-educado, já catei o papel que uma pessoa jogou no chão, devolvi pra ela sorrindo e disse "olha, você derrubou isso, acho que é seu", ela ficou muito embaraçada e depois jogou na lata que estava alguns metros em frente.
Aproveitando o assunto, evitem também usar sacola plástica e procurem produzir menos lixo de uma forma geral, em muitos países a sacola plástica é cobrada em dinheiro, e em outros há uma multa para quem excede a produção média de lixo por pessoa. Prestem atenção também nos candidatos que vão se promover ajudando as vítimas da enchente, e depois vão encher a rua de novo com aqueles lindos papéizinhos de campanha.
Era o que eu tinha a dizer por hoje, sinto por não ter sido lá muito diplomático, e se alguém tem algo a dizer pode comentar aqui, ou me procurar no meu blog ou e-mail (é só clicar ali no nome do autor do post ou no canto no meu nome depois do Charlie como escritores do blog). Até mais!
